Isso aqui, um troço semelhante a impulsos aleatórios e dotado de uma estranha alma alugada (do qual o forncedor somos nós), as vezes é tão humana que chega a ser algo vazio e bem idiota.
O qualidade do blog foi acima do esperado para mim. Não apenas uma babação, mas um análise bem interessante da empresa e das consequencias de seus serviços sobre uma sociedade ainda em amadurecimento digital. (convenhamos... especiamente no Brasil onde tudo vira lorota e bestera, a maioria de nós somos obecis virualizados)
Pois em falar em ibecis (e minha ortografia tosca!!!)
Destaque para malvados.com (link no finsinho dos links) Pq? ¬¬ Abre verá um horror corrosivo que bate com os dentes sobre as várias "lorotas" da sociedade de imagem - isso mesmo, depois de Malfada falar sobre sociedade de massa, chegou agora de uns seres estranhos e de carinha inocente falar sobre coisas ligadas ao consumo de espetáculo: drogas, sexo, muito "cuzinho" e uns chutes na barriga sobre aqueles idiotas q adoram se aparecer hoje em dia.
Claro que há mais por baixo... Até mas! (Juro q volto a escrever!)
(Ps.: isso deveria ser postado alguma semana no passado)
Criticam as empresas por espionagem de inteligência, controle de dados e transferências destes... Mas quando, noutro caso e mesmo ambiente, o agressor se transfigura na própria pessoa física? (naum num ser q insiste em ter alma através da publicidade, um ser de concreto e contratos, pessoas fardamar e manipuladas)
É isso que um infeliz grupo do orkut anda efetivando em pequena escala. Os "anjos do orkut", formado por não-sei-bem-direito, que na teoria deveria barrar atividades ilegais na rede, anda fazendo o bem-querer-próprio e invadindo a privacidade de comunidades e seus membros que sejam contrários a seus pensamentos.
Eles se denominam guardiões de bem-estar no orkut, mas infligem a liberdade de pensamento tão difundida na rede. Dominam comunidades ateístas, satanicas, de pessoas com tedencias suicidas. E até comunidades completamente inofensivas de ódio (claro, existem aquelas totalmente idiotas, mas é apenas umas expressão de pensamento e isso pode ser debatido, e naum expancado como fazem)
O "anjos"podem ter suas ações louváveis como derrubar comunidades pedofilas (que mais contamina a rede), não sei quanto as de drogas (elas geralmente indicam pontos de venda e rganizam festas ilegais regadas a heroina e cocaina)... Mas esse fazer justiça com as própria mãos me deixa no ódio pela arrogância desses ditos hackers (e de muitos ligados a computação).
Ninguém os vigia, ao certo se camiflam... A inteligência pode cheira a ignorância as vezes.
Eu deveria começar a dissecar melhor a cutura dos games por aqui. Delinear parâmetros importantes que eles vem tomando dentro da cibercultura e do cotidiano social, eu diria juvenil se não fosse recentes pesquisas que mostram um balanço equilibrado entre consumidores jovens (diga-se adolescentes) e mais velhos. Não posso negar a importancia e a imfluencia deste meio de entredenimento... O peso não seria maior pela narrativa arcaica que eles tiveram no auge de minha infância (tirando clássicos de ninja gaiden, cinema em games, o primeiro que tenho notícia).
E devo eu mesmo ter a resposta pro alto consumo entre os mais velhos, uma palavra resume talvez: cartase, hipnose, alivio... Jogar um game pra mim é esquecer por segundos os problemas reais para enfrentar outros mais lúdicos. Amanssar a raiva, controlar mais ou menos a ansiedade. Estranho que estas são os mesmo potos positivos de uma criança brincar de matar, violência: é a busca de lidar com os problemas cotidianos, é a fuga que nos trás um alívio, um fôlego a mais para realidade.
A umas semanas zerei HalfLife 2. Eu deveria ter colocado uma resenha completa do jogo, atacando outro que fora contrária a ele (sendo q o mesmo resenhador elogia o 1, e os mesmos erros que acontecem nesse jogo anterior). Ele não é uma revolução, nem planeja te fazer quebrar horas e horas de cabeça. Ele apenas faz oq os lúdicos sempre buscam num game, boa diversão sem ofender o jogador... algo meio raro.
Ps.: o blog ainda eh de poucos mesmo. Acabo com isso?!
O ser humano é irónico, pra não aliená-lo como pervesso. Antes a luta era por mais privacidade, por mais segurança dentre muros (esta era modernidade). Culpávamos os tecnocratas por quererem bisbilhotar nossas vidas, tarados, idiotas, maníacos, loucos, deliquentes. Colocamos grades, cercas, suspeitamos até de um mísero carro a caminho de casa. Enjaulados num quarto.
A internet é dita como libertadora dessa minoria que se dá ao prazer da segurança. Vetor da própria falsa moralidade familiar, da angústia do vazio social. É um campo que ao mesmo instante que abre fronteiras, fecha portas. Não temos mais rosto, apenas imagens sintéticas manipuladas, selecionamos que aspectos temos (a melhor foto para o pior rosto). Espomos muitas vezes nossas vidas de forma ridículo, ou alguns insistem em aparecer pra chamar atenção a uma calada e fria. Hipócritas da socialidade.
Não me considero muito pessimista quanto as novas tecnoligias (esse deve ser o primeiro ponto negativo que aponto). Mas não ela (a tecnologia), mas a sociedade como todo não aparenta maduridade suficiente (alguns alcançaram, exemplos do muitos orkuticidios que acontecem diariamente).
Ainda parecemos crianças diante do fim da história (o fim do futuro, não o planejamos mais como antes, ele é volátil, impreciso, perigoso... não ideológico). No fim, a grande questão não são as novas tecnologias, talvez nem a modernidade tardia (pós-modernidade). São os poucos loucos que ainda se adaptam as novas linhas da sociedade.
As vezes me sinto filho de um época castrada. A transição de pensamento é dura.
Apatia... acho q é primeiro post pessoal por aq: de uns tempos pra cá aprendi a odiar a invasão de privacidade que a internet promove... Pra ser sincero odeio internet, computadores, celulares (esses sim... putz!).
Acho que de tanto odiá-los, desde pirralhos quando eu lutava para instalir um simples Atari na televisão vi que: ou eu aprendo a mexer nessas merdas e entender elas, ou tomo no cu literalmente! Pq ow merdinhas pra atazanar a vida pós-moderna!(tenho q estudar sobre isso... as opiniões se divergem demais, umas positivas outras negativas! Sim mas voltando...)
Pois então, to nessas fases, abusei! Deve ser por isso que nunca me virei pra me tornar um hacker, porque só exploro aquilo que me seja util, os hackers faltam esfolar o olho de um velha só pra ver como é lá dentro.
Queria ser um verdadeiro cyberpunk da rua, daqueles que olham um orelhão e um celular e riem pras operadoras felas da puta que roubam diariamente o dinheiro de milhares por seus contratos e taxas turvas. Brincar a noite toda em ligações internacionais gratuitas, acessar códigos fontes e manipular a informação da forma como eu queira. Fazer parte da lista negra dos que devem ser temidos pelos tecnocratas. Mexer nos sites de partidos e mandar todos tomar no cú e chupar a rola do jumento, e ainda ditar outras merdas nesses sites...
Antes: acho q tenho q voltar pra alfabetização ou coisas assim... caralho mas escrevo errado na pressa! Sobre a revista Procurado(Wanted) do Mark Miller que acabei de ler o último numero da mini: puta que pariu! O cara tinha um puta material em mãos e no último segundo estragou tudo! Mas oq fazer?! Miller criou seu universo próprio, bem a cara de seus personagens e por esse gibi a gente cria bem a imagem que ele cria no básico de seus personagens e paranóias. É uma história de superherois as avessas (na verdade vilões, todos os herois morreram)! Um nerd que com sua habilidades especiais invés de salvar o mundo, faz o que realmente quer: fuder com todos q acabaram com sua vida! O resultado não é um gibi adulto como muitos podem classificar, a história é bestinha no fundo, insolida, não trata nda de fundamental... cheira a algo juvenil, algo que todo adolescente nerd quer ver: um heroi matar, estrupar, sangrar... tudo que ele gostaria de fazer com o mundo que o come vivo mas não pode. O resultado é interessante, e espero que o universo criado pelo autor retorne... com um final melhor.